quarta-feira, 18 de setembro de 2013

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

detido blogueiro chinês

Detido blogueiro   chinês-americano      confessa a "irresponsável" mensagens on-line

Arquivo Reuters
Venture sino-americano capitalista Charles Xue, amplamente conhecido como Xue Manzi, apareceu na TV estatal chinesa no domingo e discutidos os perigos da Internet.
PEQUIM - A televisão estatal chinesa exibiu um vídeo surpreendente domingo de um dos mais conhecidos blogueiros do país em algemas admitindo que ele divulgar informações irresponsável na Internet - apenas alguns dias depois que o governo anunciou uma nova repressão aos rumores online. 
Charles Xue, mais conhecido sobre a China do Twitter, como o serviço Weibo pelo seu punho Xue Manzi, é um dos comentadores sociais mais populares do país, com 12 milhões de seguidores.
O capitalista venture sino-americano é conhecido por fazer declarações polêmicas sobre questões sociais e políticas - por isso a sua confissão de que ele postou informações não verificadas em sua conta foi ainda mais surpreendente.
Em um esforço para conter a Internet rebelde da China, a mais alta corte do país emitiu uma  interpretação judicial na semana passada, dizendo que usuários de mídias sociais que têm 5.000 ou mais seguidores / leitores ou são republicados mais de 500 vezes pode ser acusado de "criar uma perturbação" se as suas postagens incluem rumores ou informações falsas. Aqueles encontrados em desacordo com as novas regras poderão enfrentar penas de prisão de até três anos.
Xue teria sido provavelmente o caso mais alto nível até agora envolvendo as novas leis de mídia - se ele tivesse sido realmente cobrado com isso. Em vez Xue foi detido há três semanas e acusado de supostamente solicitar prostitutas e sexo em grupo - mas a polícia inicialmente não fez nenhuma menção de suas postagens online.    
Durante o relatório de 10 minutos na televisão estatal CCTV, Xue disse: "Eu era irresponsável. Eu não verificar corretamente todos os fatos em meus posts. "Ele alertou," a liberdade de expressão não pode substituir a lei. "
Repórteres CCTV questionado Xue especificamente sobre alguns de seus posts ofensivos, o Washington Post relatou . Em uma delas, ele se perguntou se a água da China, cuja qualidade está sempre em questão, contida contraceptivos.
"Primeiro de tudo, eu não checar meus fatos", disse Xue. "Em segundo lugar, eu não levantar sugestões construtivas para resolver o problema. Em vez disso, eu simplesmente espalhar essas idéias emocionalmente. "
Ele disse que, como sua popularidade cresceu on-line, cada vez mais ele se sentiu "como um rei na Internet", que "gratificada [sua] vaidade muito."
"Não é certo para [bloggers populares] comportar-se maior do que a lei", disse ele . "Se não existe um padrão moral ou o custo para a difamação, você não pode controlar a Internet. E não há limites. Torna-se um grande problema. "
Com milhões de seguidores, Xue é o que é conhecido na China como "Big V", um aceno para o "V" que é aposta para os perfis de usuários verificados no Weibo. As autoridades chinesas têm a percepção da influência desses mega-usuários têm a opinião popular on-line e nos últimos meses têm tentado dobrar este grupo de formadores de opinião para a sua vontade.
Em 10 de agosto, mais de uma dúzia de Big Vs se reuniu com o diretor do Escritório Estatal de Informações da Internet , onde foram avisados ​​para seguir a nova linha e facilitar as discussões on-line "mais positivos" ou enfrentar as consequências.
Aparição no ar de Xue não passou despercebido por outros usuários Big V.
"Quando Xue foi preso, foi alegado pela mídia de que ele foi detido por alegada sexo em grupo, não para a sua identidade V Big", escreveu Yang Bo, ele próprio um V grande com mais de 9 milhões de seguidores no Weibo. "Mas agora Xue está fazendo uma confissão de espalhar irresponsáveis ​​mensagens on-line e não tem nada a ver com prostituição ... Se isso é um problema da prostituição ou discurso on-line ainda permanece obscuro." 
Confissão de domingo por Xue - notícias âncoras estresse falou da prisão em sua própria vontade - foi instalado pela primeira vez com um breve resumo das acusações de solicitação de prostituição contra ele, mas focado em seus problemas online. A confissão muito público sugere que a China está apoiando a sua repressão Internet com as conseqüências.
Enquanto os investigadores supostamente cavar a veracidade de seus quase 85 mil mensagens on-line, Xue tomou grandes esforços para elogiar as novas leis.
"É muito necessário liberar essas leis e regulamentos de hoje", disse Xue domingo. "Sem regulamentação, não há punição para espalhar boatos."
Desde a detenção de Xue, parece que outro Big V de ter tomado essa lição.
Pan Shiyi, outro Big V com mais de 16 milhões de seguidores no Weibo, teve de China websphere alvoroçado semana passada, após a falar normalmente suave magnata imobiliário gaguejou através de uma resposta a um repórter da CCTV sobre as responsabilidades sociais do Big V do.  
"Eu sinto que 'Big Vs' - pessoas com um monte de fãs - devem ter ainda mais altos requisitos de si mesmos, deveriam ter mais disciplina", Pan cautelosamente disse ao repórter. "Você não pode ser tão casual."
NBC News 'Chenyue Zhu contribuíram para este relatório

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Sírios dizem que Brasil dificulta vinda de refugiados

Sírios dizem que Brasil dificulta vinda de refugiados

Atualizado em  9 de setembro, 2013 - 05:08 (Brasília) 08:08 GMT
Mohamad e Amer Masarani
Mohamad e Amer Masarani tentam trazer os familiares, sem sucesso, e criticam Itamaraty
Quando, há três meses, seu cunhado foi morto e teve o corpo atirado em frente à casa dos filhos na cidade de Homs, Mohamad encorajou sua família na Síria a fugir para o Brasil.
Em São Paulo há 14 anos, ele temia que outros parentes se somassem aos cerca de cem mil sírios que, segundo a ONU, morreram desde a eclosão dos conflitos no país árabe, em 2011.
Desde então, porém, diz que nenhum deles conseguiu deixar a Síria – segundo ele, por causa de exigências irreais feitas pelo Brasil para lhes conceder vistos. "Os brasileiros estão com os braços abertos, mas o governo está complicando tudo", diz o sírio à BBC Brasil.
O Itamaraty afirma que as exigências buscam resguardar a segurança nacional.
Sede de uma das maiores colônias sírias fora do Oriente Médio, o Brasil concedeu refúgio a 258 sírios desde 2010, segundo o Ministério da Justiça. O número equivale a 0,01% dos 2 milhões de sírios que, de acordo com a ONU, fugiram desde o início dos confrontos.
Para analisar pedidos de refúgio, o governo determina que o solicitante esteja em território nacional. O problema, segundo Mohamad e outros sírios ouvidos pela BBC Brasil, é que muitos não têm conseguido sequer cumprir a etapa anterior: obter um visto para o Brasil. E, sem o documento, eles não podem voar até o país.
Refugiados sírios
Mais de um milhão de sírios deixaram suas casas desde que o conflito teve início há dois anos
Membro da Coordenação da Revolução Síria no Brasil, grupo no Facebook que defende a queda do presidente sírio, Bashar al-Assad, o comerciante Amer Masarani diz que o número de refugiados no Brasil seria muito maior se as regras para o visto fossem menos rígidas.
Masarani, que vive em São Paulo há 17 anos, afirma ter sido procurado por ao menos seis compatriotas que tiveram pedidos de visto negados.
Junto de outros pequenos empresários árabes de São Paulo e de duas associações islâmicas, Masarani tem auxiliado sírios que tentam vir ao Brasil desde o pedido de visto até sua chegada e regularização.
Como o Brasil não emite vistos específicos a candidatos a refúgio, a alternativa aos que querem fugir para o Brasil são vistos de turista. Para concedê-los, o governo exige dez requisitos, entre os quais comprovante de emprego, extrato bancário dos últimos seis meses, certificado de antecedentes criminais e uma carta convite.
Para Masarani, as exigências não levam em conta o conflito. "A economia síria entrou em colapso, os bancos pararam de funcionar, muitos perderam o emprego, os prédios públicos fecharam. É impossível conseguir esses documentos."
"O governo brasileiro está tratando esses sírios como turistas, mas eles são refugiados que estão correndo risco de vida. Muitos fogem só com a roupa do corpo".

Joias por comida

Ao testemunhar a agonia de um sírio incapaz de obter um visto para o Brasil, a agente de turismo carioca A.A.C. passou a considerar um plano radical.
Ela diz ter conhecido o homem – morador de Alepo, segunda maior cidade síria – pela internet há um ano. Desde então, afirma que passaram a dialogar diariamente, tornando-se "amigos íntimos".
No período, ela foi apresentada a seus parentes, consolou-o quando um amigo foi morto e habituou-se a ouvir explosões durante suas conversas. Em março, estimulou-o a fugir para o Brasil.
"Ele quer muito vir. Lá está faltando luz, água, comida. Quem tem joias troca por uma dúzia de ovos."
A agente de turismo diz, no entanto, que ele jamais conseguiu reunir a documentação exigida. Além dos dez requisitos, ela diz ter sido informada por uma funcionária da embaixada brasileira na Síria de que ele precisaria comprovar movimentação bancária de ao menos US$ 2 mil (R$ 4,6 mil) mensais.
Desempregado – ela diz que a indústria em que trabalhava fechou por causa da guerra –, ele não pôde cumprir as exigências. Foi então que ela teve a ideia de se casar com ele, para que o sírio pudesse viajar com um visto familiar.
O matrimônio ocorreria por procuração, sem que ela precisasse estar na Síria, e reduziria as exigências para o visto. Ela diz estudar formas de tirar os planos do papel. "Eu seria capaz de fazer isso por ele, mas tenho que planejar tudo com cuidado".

'Riscos à segurança nacional'

Desde julho de 2012, a embaixada brasileira na Síria mantém apenas funcionários locais, que encaminham os pedidos de visto para o consulado em Beirute, no Líbano. Segundo Amer Masarani, da Coordenação da Revolução Síria no Brasil, a análise dos pedidos leva entre três e quatro meses.
Para agilizar o processo, ele diz que muitos sírios têm viajado para Beirute ou para Amã, na Jordânia, onde os serviços consulares brasileiros operam normalmente. Ele afirma, porém, que mesmo nas duas cidades muitos pedidos têm sido negados.
Masarani diz que o governo brasileiro dificulta a vinda de sírios porque, segundo ele, apoia Bashar al-Assad. "O Brasil não quer dar mais visibilidade ao conflito".
Já o Itamaraty diz que as exigências feitas aos sírios se aplicam a qualquer estrangeiro de países com os quais o Brasil não tenha acordo de isenção de vistos. Além disso, segundo um assessor de imprensa do órgão, "numa circunstância como a presente (na Síria), temos que tomar cuidado para não aceitar pessoas que possam pôr em risco a segurança nacional".
O órgão diz recusar vistos apenas quando uma série de requisitos é descumprida. A pasta estima que, desde agosto de 2012, apenas 10% dos pedidos de visto de sírios processados pelo consulado em Beirute tenham sido negados.
Para Masarani, o argumento da segurança nacional não se sustenta. Ele cita o caso da Suécia, que recebeu cerca de 15 mil refugiados sírios desde 2012, quase 60 vezes mais que o Brasil. A maioria ingressou no país com vistos de entrada regulares; outros, por uma cota de refugiados acordada com a ONU.
"Será que a Suécia não se preocupa com sua segurança nacional?", indaga.

ONU confirma interesse da Síria em convenção sobre armas químicas

Atualizado em  12 de setembro, 2013 - 16:38 (Brasília) 19:38 GMT
Rebelde sírio procura refúgio em Damasco (Reuters)
Mais de 100 mil pessoas já foram mortas na Síria desde o início dos conflitos em 2011
A ONU confirmou nesta quinta-feira que recebeu documentos da Síria se comprometendo a aderir à Convenção sobre Armas Químicas, que proíbe a produção e o uso de tais armamentos.
De acordo com Farhan Haq, porta-voz das Nações Unidas, os documentos estão sendo traduzidos.
Aderir à convenção é a primeira das três fases previstas em uma proposta apresentada pela Rússia na segunda-feira, em uma tentativa de evitar um ataque dos Estados Unidos contra o território sírio.
A proposta determina ainda que que a Síria revele onde suas armas químicas estão guardadas e divulgue detalhes de seu programa, além de prever que especialistas decidam sobre as medidas específicas a serem tomadas em relação a essas armas.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que a resolução vai tornar “desnecessária” qualquer ação militar dos EUA na Síria.

Prazo

Pouco antes, o presidente da Síria, Bashar al-Assad, havia confirmado em entrevista a uma TV russa nesta quinta-feira que entregará as armas químicas do país ao controle internacional.
Assad disse à TV Rossiya 24 que ele entregaria as armas um mês após assinar os documentos.
"A Síria está colocando suas armas químicas sob controle internacional por causa da Rússia. As ameaças dos Estados Unidos não influenciaram nossa decisão", disse.
O presidente sírio disse que irá apresentar informações sobre seu arsenal químico um mês após adotar a convenção, como é de praxe. Mas o secretário de Estado americano, John Kerry, disse em Genebra que espera que isso ocorra mais rapidamente.
“Eu vi relatos de que o regime sírio sugeriu que, como parte do processo normal, eles devem ter 30 dias para apresentar datos sobre seu arsenal de armas químicas. Nós acredtamento que não há nada de normal acerca deste processo no momento, por causa da forma como o regime se comportoou, devido não só à existência dessas armas, mas por porque elas foram usadas”, disse.

Genebra

Kerry e Lavrov, em Genebra
Kerry e Lavrov discutem o plano russo para desarmamento da Síria
Os comentários foram feitos pouco antes de um encontro entre Lavrov e Kerry na cidade suíça para debater questão síria.
Kerry afirmou que o mundo estava de olho no governo de Assad, para ver se o compromisso de abrir mão das armas químicas realmente será realmente cumprido.
Os Estados Unidos acusam o regime sírio de matar centenas de civis em um ataque químico num subúrbio de Damasco no dia 21 de agosto, matando 1.429 pessoas.
O governo da Síria nega a acusação, responsabilizando grupos rebeldes pelo ataque.

'Chance para a paz'

Antes do encontro com Lavrov, Kerry se reuniu com o enviado da Liga Árabe e da ONU à Síria, Lakhdar Brahimi.
Já o chanceler russo visitou o Cazaquistão antes da reunião com Kerry. "Estou seguro que há uma chance para a paz na Síria. Não podemos deixá-la escapar", disse Lavrov no país centro-asiático
No entanto, ele não mencionou a destruição das armas, o que seria supostamente um ponto essencial das negociações da Rússia com a Síria.
Se as negociações em Genebra forem bem-sucedidas, os EUA esperam que o processo de desarmamento seja acertado em uma resolução no Conselho de Segurança da ONU.
No entanto, a Rússia considera inaceitável qualquer resolução prevendo o uso da força militar ou responsabilizando o governo de Damasco pelos ataques químicos.
Moscou, apoiada pela China, já rejeitou anteriormente projetos de resoluções condenando o governo de Assad.
De acordo com a ONU, mais de 100 mil pessoas já foram mortas na Síria desde o início dos conflitos, em 2011.

olha pra mim

OLHA PRA MIM

                 
                Olha pra mim
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                  Deixa eu te ver
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                        _O QUE QUERES DE MIM? POSSO SABER?
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                 Um beijo agora pra eu nunca esquecer.
Luis Ricardo

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Relatório diz que mudança do clima pode afetar alimento e energia no país

Relatório diz que mudança do clima



 pode afetar alimento e energia no país


Dados coletados por cientistas brasileiros serão divulgados nesta 2ª (9).
Agricultura nacional pode sofrer prejuízo anual de R$ 7 bilhões, estimam.

Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo
222 comentários
A vazão de importantes rios do país e o abastecimento de lençóis freáticos, responsáveis pelo fornecimento de água potável para a população, poderão ser comprometidos se a temperatura subir até 6 ºC nas próximas décadas e o volume de chuvas diminuir, conforme cenário do primeiro relatório de avaliação elaborado pelo Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC) que considera que os níveis de emissões de gases causadores de efeito estufa permaneçam altos.
Neste ambiente, a agricultura e o setor de energia do Brasil poderão ser fortemente impactados, sob risco de queda brusca do Produto Interno Bruto (PIB) e constantes crises que envolvem o abastecimento energético e de segurança alimentar.
Dividido em três volumes, o documento feito por 350 cientistas de diversas instituições será divulgado oficialmente nesta segunda-feira (9) durante a 1ª Conferência Nacional sobre o tema, que acontece na cidade de São Paulo.
Os cientistas afirmam que o relatório não representa "o fim do mundo”. No entanto, advertem que, se a situação atual de emissões de gases permanecer e nada for feito pelo governo para prevenir eventos naturais extremos, a situação pode se agravar.