segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Estudo demonstra pela primeira vez que beber água emagrece

Em Berlim
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Quer emagrecer? Então fique sabendo70 fotos

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Uma equipe de cientistas alemães demonstrou pela primeira vez que, como assegura a tradição popular, beber água emagrece. O estudo publicado na revista "American Journal of Clinical Nutrition" foi feito a partir da análise de cerca de 5.000 referências de diferentes bancos de dados de artigos científicos. As pessoas estudadas que aumentaram em um litro ao dia seu consumo de água emagreceram entre um e dois quilogramas a mais que o grupo de controle, que manteve sem alteração a quantidade de líquido que bebia Thinkstock/ Fonte: Run&Fun
Uma equipe de cientistas alemães demonstrou pela primeira vez que, como assegura a tradição popular, beber água emagrece.
Uma pesquisa clínica da universidade Charité de Berlim publicada nesta quinta-feira (29) na revista American Journal of Clinical Nutrition assegura que a ingestão de água reforça os efeitos de uma dieta de emagrecimento.
"Apesar de nas dietas normalmente ser recomendado beber muita água, até agora não havia nenhuma recomendação com base científica", disse o responsável da equipe de pesquisa, Rebecca Muckelbauer.
A partir da análise de cerca de 5.000 referências de diferentes bancos de dados de artigos científicos, os especialistas puderam comprovar que beber água efetivamente acelera os processos de emagrecimento quando se está fazendo uma dieta.
O estudo destaca a conclusão de uma série de dados sobre o sucesso de uma dieta em um grupo de idosos que aumentaram seu consumo médio de água.
As pessoas estudadas que aumentaram em um litro ao dia seu consumo de água emagreceram entre um e dois quilogramas a mais que o grupo de controle, que manteve sem alteração a quantidade de líquido que bebia.
O efeito de emagrecimento da água em combinação com uma dieta pode acontecer, segundo os cientistas, à simples sensação física de saciedade com a ingestão do líquido e à aceleração do metabolismo.
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Segredos das famosas para manter a forma81 fotos

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A atriz paraibana Mayana Neiva, a Charlene da novela Sangue Bom, da Globo, tem a seu favor a beleza exótica, de traços fortes, com olhos expressivos e sobrancelhas marcadas. As curvas tipicamente brasileiras também são um presente de que ela cuida muito bem - faz musculação, caminha, pedala e gosta de fazer stand up surfe nas praias cariocas nas horas vagas. A rotina de exercícios e um cardápio que restringe glúten e lactose são os grandes responsáveis pelo corpo desenhado Leia mais Fernando Louza/Divulgação Boa Forma

Médicos se recusam a cumprir jornada e são afastados do Mais Médicos em AL

Carlos Madeiro
Do UOL, em Maceió
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Profissionais começam a atuar no programa Mais Médicos74 fotos

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2.set.2013 - Profissionais do programa Mais Médicos são recebidos por grupo de ciranda em Fortaleza (CE), na manhã desta segunda-feira. A Secretaria Municipal de Saúde receberá 26 médicos que serão locados em postos de saúde das regionais cinco e três, que abrangem 35 bairros. Os médicos foram recebidos na Palhoça do Movimento de Saúde Mental Comunitária do Bom Jardim, na periferia da zona sudoeste da cidade Leia mais SGEP/MS/Divulgação
Dois profissionais brasileiros que se apresentaram nesta segunda-feira (2) foram afastados do programa Mais Médicos antes mesmo de iniciarem a atuar. As dispensas ocorreram em duas cidades de Alagoas. Os casos ocorreram nos municípios de Branquinha (a 65 km de Maceió) e Penedo (a 160 km da capital) e serão notificados ao Ministério da Saúde.
  • Arte UOL
    Saiba qual a proporção de médicos em cada Estado e o panorama em outros países
Segundo o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde de Alagoas, os dois profissionais se apresentaram, mas afirmaram que apenas iriam cumprir 40% da carga horária prevista no programa de 40 horas semanais.
Segundo a presidente do conselho, Normanda Santiago, as duas secretarias se recusaram a ficar com os profissionais logo após serem comunicadas das propostas. "Em Branquinha, o médico disse que iria ficar apenas 16 horas semanais. Mesmo caso em Penedo, em que a profissional veio do Rio de Janeiro e disse também que queria cumprir apenas 16 horas. Os municípios negaram e só querem médicos dentro do que foi preconizado pelo Ministério da Saúde", disse Santiago.
Segundo o conselho, os casos serão comunicados à coordenação do programa Mais Médicos nesta terça-feira (3), que decidirá sobre a exclusão dos dois inscritos. Os nomes dos profissionais não foram revelados.
Ainda segundo o Conselho, outros dois municípios que estavam na lista de 10 contemplados com médicos brasileiros também não receberam médicos nesta segunda-feira (2). Coité do Noia (a 120 km de Maceió) conseguiu contratar um médico antes da chegada do inscrito no programa.
Já em Barra de Santo Antônio, na Grande Maceió, os gestores não conseguiram finalizar o termo de adesão ao programa e perderam o profissional que selecionou o município.
Ao todo, 13 médicos deveriam ter iniciado atuação em Alagoas em 10 municípios, nesta segunda-feira (2). A expectativa do conselho agora é para a chegada de oito cubanos que devem atuar no Estado, além de outros dois profissionais estrangeiros.
Santiago, porém, descartou acordo com profissionais. "Nós estamos dispostos a atender as demandas dos municípios no Estado, mas apenas com o cumprimento da carga horária. Acho louvável o que os secretários fizeram, o que mostra o interesse que o programa dê certo", finalizou.
Dispensa
Em contato com o UOL, a assessoria de o Ministério da Saúde informou que o edital é claro ao informar que o médico deve cumprir 40 horas de trabalho.
O órgão informou ainda que quem não se dispuser a cumprir será automaticamente dispensado do programa. Ainda segundo a assessoria, nenhum outro caso similar de recusa de cumprimento de carga horária havia sido informado até a noite desta segunda-feira (2).

Médicos estrangeiros no Brasil - 10 vídeos

ONDE FALTA MÉDICO, FALTAM DENTISTAS E ENFERMEIROS, MOSTRA PESQUISA

A concentração de médicos nos grandes centros acompanha a de outros profissionais de saúde, como dentistas e enfermeiros, e a de unidades de saúde. Onde falta um, faltam os outros.

É o que o mostra um recorte da pesquisa Demografia Médica no Brasil, que se baseou em dados da AMS (Assistência Médico-Sanitária) do IBGE, que conta os postos de trabalho ocupados por profissionais de saúde


SEJA SOLIDÁRIO NO DIA INTERNACIONAL DA SOLIDARIEDADE

Desculpem a redundância do título do artigo, mas o que realmente acontece, é que por mais redundante que seja, apesar de todos nós sabermos a importância da solidariedade, nem sempre agimos em consequência!

O fato é que Zarpante aproveita que hoje, 31 de agosto, se celebra o Dia Internacional da Solidariedade, para convocar todos os leitores de nosso blog, também os músicos, artistas, criativos, apreciadores, fãs, curiosos, jovens, adultos, ricos ou pobres, etc, a participar mais interativamente do nosso site, redes sociais, blog…
Queremos mais união e solidariedade para todos!
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Agora vejamos uma definição da palavra solidariedade:
1 Qualidade de solidário. 2 Estado ou condição de duas ou mais pessoas que repartem entre si igualmente as responsabilidades de uma ação, empresa ou de um negócio, respondendo todas por uma e cada uma por todas. 3 Mutualidade de interesses e deveres. 4 Laço ou ligação mútua entre duas ou muitas coisas dependentes umas das outras. 5 Dir Compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas pelas outras e cada uma delas por todas. 6 Sociol Condição grupal resultante da comunhão de atitudes e sentimentos, de modo a constituir o grupo unidade sólida, capaz de resistir às forças exteriores e mesmo de tornar-se ainda mais firme em face da oposição vinda de fora. Fonte: Dicionário Michaeli

s.f. Dependência mútua entre os homens. / Sentimento que leva os homens a se auxiliarem mutuamente. / Relação mútua entre coisas dependentes. / Direito Compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas pelas outras. Fonte: Dicionário Aurélio

A origem da palavra “solidariedade” é muito interessante: vem do latim “solidare”, que significa, etimologicamente, “solidificar”, “confirmar”. A origem é a mesma do adjetivo “sólido”, significando “que tem consistência, que não é oco, que não se deixa destruir facilmente”.
O Dia Internacional da Solidariedade foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A data tem como objectivo promover e fortalecer os ideais de solidariedade entre as nações, povos e indivíduos.
Na Declaração do Milénio das Nações Unidas, a solidariedade foi reconhecida como um dos valores fundamentais essenciais para as relações internacionais no século XXI.
Por isso é imperativo recordar a Declaração do Milénio das Nações Unidas, um documento histórico para o novo século. Aprovada na Cimeira do Milénio – realizada de 6 a 8 de Setembro de 2000, em Nova Iorque –, reflete as preocupações de 147 Chefes de Estado e de Governo e de 191 países, que participaram na maior reunião de dirigentes mundiais que já tenha acontecido.
Esta Declaração foi elaborada ao longo de meses de conversações, em que foram tomadas em consideração as reuniões regionais e o Fórum do Milénio, que permitiram que as vozes das pessoas fossem ouvidas
Para baixar a Declaração do Milénio das Nações Unidas clique aqui
O dia foi escolhido por representar o aniversário do Movimento Social Independente “Solidariedade” (31 de Agosto de 1980, Polónia), cuja importância mundial foi reconhecida, em particular, com a concessão do Prémio Nobel da Paz ao seu líder Lech Walesa.
Numa mensagem por ocasião da data, as Nações Unidas solicita a união de esforços, em um ano, em que 100 milhões de pessoas se tornaram pobres devido à crise econômica e financeira.
A ONU lembra que a data tem raiz na declaração adoptada na Cúpula do Milénio, em 2000, quando os governos incluíram a solidariedade entre os valores fundamentais para as relações internacionais do século 21.
Ressalta que as mudanças climáticas representam uma ameaça urgente e universal, colocando em risco a segurança alimentar e o acesso à água, assim como aumenta a ocorrência de tragédias climáticas.
Solicita aos países que renovem o “compromisso com a solidariedade humana e a ação colectiva para construir um mundo melhor e mais seguro para todos”.
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Antropologia da Solidariedade

João Carlos Almeida
“A “solidariedade” é a grife do momento. Políticos e marketeiros elegeram esta palavra como o adjetivo preferido para os seus projetos. Fala­se de Alfabetização Solidária, Comunidade Solidária, Universidade Solidária, Ação Solidária (contra o câncer infantil), Economia Popular Solidária, Empresa Solidária, apenas para citar algumas iniciativas mais conhecidas. É muito comum o uso estético de expressões que caem no gosto do povo. Em outros tempos este tipo de populismo de mercado fez a mesma coisa com palavras como amor, liberdade, igualdade, fraternidade, cidadania e paz. Hoje, dificilmente alguém seria ouvido se falasse de “alfabetização amorosa, libertadora, igualitária, fraterna, cidadã ou pacífica”. Soaria estranho e até antiquado. Alguém deveria estudar o mecanismo psicológico de recepção ativa que leva as coletividades a elegerem padrões estéticos. Seria uma espécie de inconsciente coletivo que provoca uma espécie de consenso espontâneo? Ou existiria algo parecido com a “conspiração aquariana”, onde muitos co­inspirariam os mesmos ideais por uma espécie de ligação espiritual?2 Deixamos este estudo para os psicólogos e psicólogas. Vamos abandonar o uso adjetivado da solidariedade para procurar seu significado substantivo nas suas raízes antropológicas.
Ultrapassando o senso comum e este uso instrumentalizado da solidariedade, encontramosalgumas indicações mais lúcidas do conceito que apontam na direção de uma superação do individualismo moderno. Parece que nas sociedades tribais e no monolitismo político­cultural da Idade Média havia pouco espaço para a subjetividade. A sociedade era um corpo sólido. Neste sentido poderíamos identificar aí uma espécie de solidariedade cultural. Se voltássemos à filosofia grega clássica, encontraríamos a humanidade compreendida cosmologicamente. O ser humano, portanto, fazia corpo sólido com o cosmos. Era literalmente “humano”; porção humanizada da terra. Estes valores cosmológicos e culturais parecem entrar em crise com o advento da modernidade e com a descoberta cartesiana do sujeito que pensa e deseja, logo existe. As instituições que permaneciam como receptáculos da solidificação social começam, aos poucos a entrar em crise. Ultimamente podemos perceber, sem muitas pesquisas, esta crise chegando a instituições aparentemente sólidas como é o caso da família, ou mesmo do Estado, sem falar das religiões.”
[...]
“Neste enquadramento histórico do conceito de solidariedade é importante fazer um lembrete de cunho etimológico. Quando falamos de solidariedade sempre temos como pano de fundo as palavras latinas solidum (totalidade, soma total, segurança) e solidus (sólido, maciço, inteiro). A definição sociológica de solidariedade do Dicionário Michaelis parece caminhar nesta direção: “Condição grupal resultante da comunhão de atitudes e sentimentos, de modo a constituir o grupo unidade sólida, capaz de resistir às forças exteriores e mesmo de tornar­se ainda mais firme em face da oposição vinda de fora”. Este tipo de “corporativismo social” é diferente da solidariedade cosmológica, tribal ou cultural. A diferença é que passa pela crítica do sujeito e não anula o indivíduo. Há uma espécie de interdependência. O Dicionário Aurélio falará de “vínculo recíproco”, que nos parece uma expressão muito feliz para um ensaio de definição.
Do ponto de vista da nomenclatura a expressão “solidariedade” certamente foi popularizada, a partir da década de oitenta, pelo Sindicato Solidariedade (Solidarnosc) da Polônia.
Não podemos esquecer que, no mesmo período, em 1978, um polonês, Karol Wojtyla, foi eleito papa na Igreja Católica, assumindo o nome de João Paulo II. Uma de suas primeiras encíclicas é justamente “Sollicitudo Rei Socialis”.
 Ali a doutrina social da Igreja Católica é nitidamente construída a partir do conceito de solidariedade que é definido como a “determinação firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum; ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos nós somos verdadeiramente responsáveis por todos”
Seguindo esta linha poderíamos definir a solidariedade como determinação pessoal de responsabilidade mútua.
Para o senso comum a solidariedade está fortemente ligada ao campo das emoções. Seria uma sensibilidade para com os menos favorecidos que leva a uma atitude de caridade. A fragilidade desta concepção está em sua unilateralidade. Os ricos deveriam ser solidários com os pobres. Masé possível solidariedade sem reciprocidade? Parece­nos que o equívoco está em colocar o significado da solidariedade imediatamente no campo do agir, da ética, dos resultados. Sabemos que o agir segue o ser. Portanto, somente podemos tomar atitudes solidárias porque existe uma solidariedade essencial em nossa identidade humana. Aqui entramos no âmago da nossa questão: quais seriam os pressupostos antropológicos da solidariedade?
[...]
Antes de ser uma atitude desejável em uma sociedade civilizada, a solidariedade é o parâmetro mais profundo que define a individualidade humana como o resultado criativo da relação com outras individualidades. A realização desta identidade é estimulada pela prática da solidariedade. Ou seja, o humano solidário tende a se realizar como pessoa. Desejo e culpa poderiam ser entendidos neste contexto. O desejo é uma força natural, muitas vezes selvagem e irracional, que indica o caminho da sobrevivência, da subsistência, da vida. E o que dizer da culpa? Precisamos aqui da contribuição dos psicólogos(as). Aliás, cada uma destas relações constitutivas do humano poderia ser aprofundada em autores que se dedicaram de modo mais intenso a uma delas. Vejamos brevemente as quatro relações constitutivas do humano.
Relação com a materialidade: Somos fundamentalmente “humanos”, feitos de barro, presos ao chão, obedientes à lei da gravidade. Neste vínculo incluímos todos os recentes apelos de sensibilidade ecológica. É preciso reconciliar­se com o cosmos e reconhecer que somos parte de uma materialidade maior. Insere­se aqui toda uma mística do “cuidado”, que denuncia as feridas que a lógica do mercado impõe aos rios, às matas, às cidades, aos ares, às pessoas, ao mar, aos animais.
É aqui que devemos pensar na relação solidária com o alimento, com a água, com todo tipo de corpo. É preciso redescobrir a dignidade corporal. Os dualismos de toda espécie criaram um pessimismo em relação ao corpo que confeccionaram uma moral rígida e mesquinha ou uma promiscuidade infantil, que, afinal, são duas faces da mesma moeda. É necessário redescobrir a beleza do toque, da sensação, a dignidade erótica do ser humano. Precisamos reescrever o poema do corpo e da matéria. Mas não nos referimos ao corpo individual singular. Este praticamente não existe. Estamos falando do corpo de corpos; do corpo individual plural. Sou um pouco do que comi ontem. Mas não sou exatamente aquilo que como, porque esta é apenas uma primeira e fundamental relação humana. Sou mais que matéria animada.
[...] É preciso exercitar a solidariedade consigo mesmo; uma espécie de corporativismo pessoal. Poderíamos dizer, neste contexto, que é preciso ter uma “sólida vida interior”. É nesta relação que normalmente agem com mais força os argumentos religiosos. O silêncio e o culto, a prece e o rito são alimento da interioridade. É neste diálogo pessoal que vai tornando­-se consciente a identidade. Interessante como hoje em dia temos cópias clonadas de pessoas famosas. O resultado é a frustração, pois cada humano é original, criativo.”

Agora sinceramente, se você chegou até esta parte do texto, é porque o assunto lhe interessa e sensibiliza! Então aproveite o dia de hoje e seja solidário com alguma causa ou projeto! Não importa qual, apenas seja solidário!

Agora, cá entre nós, se você está sem ideias, acesse os link seguintes e não esqueça, seja solidário!

DIA INTERNACIONAL PARA RELEMBRAR O TRÁFICO DE ESCRAVOS E SUA ABOLIÇÃO

23 de agosto foi o dia escolhido pela UNESCO para exortar a comunidade internacional a fazer uma reflexão colectiva sobre as causas históricas e as consequências da escravatura, apelando ao diálogo inter-cultural.

ROTAS escravistas
ROTAS escravistas

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição, 23 de agosto de 2012

“A história do tráfico de escravos e de sua abolição moldou o mundo em que vivemos. Somos herdeiros desse passado que transformou o mapa do mundo, suas leis, culturas e relações sociais, e até mesmo criou novos hábitos alimentares, especialmente por meio do comércio de cana-de-açúcar. Acima de tudo, essa história teve efeitos duradouros nas relações entre os
povos. A UNESCO dá máxima importância à celebração do Dia Internacional da Lembrança do Tráfico de Escravos e sua Abolição. A divulgação dessa história é central para a luta contra o racismo, para a observância dos direitos humanos e para a construção da paz.
A longa série de levantes de escravos em sua busca por liberdade é fonte de reflexão e ação para a proteção dos direitos humanos e o combate a formas modernas de servidão. Na noite de 22 para 23 de agosto de 1791, um levante iniciou-se em Santo Domingo (atualmente Haiti) que levaria à abolição do tráfico transatlântico de escravos. Por meio de sua luta e seu desejo por dignidade e liberdade, os escravos contribuíram para a universalidade dos direitos humanos. Deve-se ensinar às pessoas os nomes dos heróis da história da escravatura, pois são heróis da humanidade.
Os escravos transcenderam a opressão e presentearam o mundo com um patrimônio cultural infinitamente rico. A África, a Europa, as Américas, o Oriente Médio, o Oceano Índico e a Ásia agora compartilham danças, música, expressões artísticas vivas que são legado direto dessa história. Por meio de seus programas culturais e educacionais, a UNESCO busca salvaguardar e promover esse patrimônio como força de reaproximação e diálogo entre os povos.
Sob seu mandato, a UNESCO apoia a pesquisa científica, o treinamento de professores, a preservação de sítios e arquivos de memória e a promoção de interação cultural para que todos possam compreender o que está em jogo nessa história. O Projeto Rota do Escravo ilustra muito apropriadamente esse ponto e contribui com medidas para conter preconceitos degradantes herdados de um sistema de opressão que ainda macula a imagem de africanos e descendentes de africanos.
O Dia é marco, em 2012, das preparações para a Década das Pessoas de Ascendência Africana, a ser proclamada pelas Nações Unidas neste ano. A iniciativa deve ser um meio de juntar forças de maneira sustentável para alavancar compromissos políticos em favor de pessoas de ascendência africana.
Neste Dia, convoco os governos, as organizações da sociedade civil e os parceiros públicos e privados a redobrarem seus esforços para alcançar reconciliação e solidariedade para com os povos a quem essa história diz respeito, assim como seu desenvolvimento, e a compartilhar suas iniciativas na rede, em www.facebook.com/unesco e http://www.unesco.org/culture/slaveroute. Assim destaca-se a determinação da UNESCO em aperfeiçoar os conhecimentos sobre essa crucial página no grande livro de nossa história universal.” FONTE: Site oficial da UNESCO

Enxugando as lágrimas de Jesus



Segunda-feira, 2/9/2013 

› Enxugando as lágrimas de Jesus 

Comentário por Rita Soares
Jesus chorou.
Jesus chorou por causa de mim e de você.
Jesus chorou por causa da desconfiança em Seu amor.
Jesus chorou por causa do pecado sem arrependimento.
Jesus chorou por causa da hipocrisia que congela a alma.
Jesus chorou por causa do orgulho que impede a salvação.
Jesus chorou por causa da ignorância em relação à verdade.
Jesus chorou por causa de mim e de você.
Jesus chorou.

Será que Ele precisa continuar chorando por causa de mim e de você?

A maior tristeza de Deus é quando escolhemos ignorar o que é correto e fazemos o que achamos ser melhor ou mais conveniente. Ele sabe o que isso significa. Ele vê o fim desde o começo e os resultados de nossa decisão. Ele chora por que nos ama e não quer nos ver sofrendo!
Pense: “A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.” (2 Coríntios 7:10).
Decisão: Quando decidimos fazer o que Jesus nos pede enxugamos as lágrimas derramadas por nós. Nossa vida se transforma. Além disso, também ajudamos outros a enxugar as lágrimas que foram derramadas por eles. Será tão bom o dia em que além de ter nossas lágrimas enxugadas por Jesus também pudermos ver que as lágrimas dEle por nós também foram enxugadas..